Essa Obra é de Deus!

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Gilson de Jesus Santos

quinta-feira, 30 de abril de 2009

OLIVEIRAS VERDES NA CASA DE DEUS


Gênesis8 - 11 E a pomba voltou a ele sobre a tarde; e eis, arrancada, uma folha de oliveira no seu bico; e conheceu Noé que as águas tinham minguado sobre a terra.

Salmos52 - 8 Mas eu sou como a oliveira verde na Casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para sempre, eternamente.

Salmos128 - 3 A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa

Romanos11 - 17 E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles e feito participante da raiz e da seiva da oliveira,

A OLIVEIRA NÃO MORRE “A OLIVEIRA ESTÁ VIVA” "NOS FILHO DE DEUS. SOMOS A OLIVEIRA"
O maior milagre após o dilúvio foi encontrar a oliveira viva.O dilúvio não teve poder de matar a oliveira.A violência e a fúria do dilúvio não foram capazes de destruir a oliveira.A OLIVEIRA SIMBOLIZA O SENHOR JESUS.Por isto é que o dilúvio não pode mata La.Todo homem que é salvo é comparado a uma oliveira.Deus nunca prometeu evitar o dilúvio em nossas vidas; o que ele prometeu é nos manter vivos no meio do dilúvio.Nenhuma provação ou sofrimento terá poder de nos destruir .Quando o dilúvio passar o Diabo vai ter que saber que continua vivo e cheio do Espirito Santo.Não tenha medo do dilúvio ; quando ele chegar sua força será pequena diante da estrutura da oliveira; seja forte o dilúvio vai passar.

Rev. Gilson de Jesus

(MISELC)Ministério Semeando Libertação e Cura

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A QUEM DEUS ESTIMA?
Isaías 66.2 NÃO FORAM AS MINHAS MÃOS QUE FIZERAM TODAS ESSAS COISAS, E POR ISSO VIERAM A EXISTIR? PERGUNTA O SENHOR. A ESTE ESTIMO: AO HUMILDE E CONTRITO DE ESPÍRITO, QUE TREME DIANTE DA MINHA PALAVRA.

Deus concede sua misericórdia aos humildes, porém amaldiçoa os orgulhosos e os auto-suficientes (ver Lc 51-53). A nossa sociedade incita-nos à assertividade e à auto-afirmação. Não permita que a sua liberdade e o seu direito de escolha levem a sua vida para longe do caminho de Deus, que conduz à vida eterna. (Bíblia de estudo aplicação pessoal) Uma das boas coisas nesta vida, é poder sentir a estima de familiares e amigos em relação a nós. Aquele que não se sente amado pelos familiares e amigos, acaba se tornando um solitário, triste, abandonado e rejeitado. Se for ótimo sermos estimados pelos homens, imagine estarmos sendo alvo da estima de Deus, daquele que é o criador de todas as coisas e Rei supremo do universo. É a glória!Voltemo-nos para o texto bíblico e vejamos a quem Deus estima: “AO HUMILDE E CONTRITO DE ESPÍRITO, QUE TREME DIANTE DA MINHA PALAVRA”.HUMILDE: A humildade é preciosa aos olhos de Deus (1 Pe 3.4) - revela que mais graça será dada a quem a possuir (Sl 25.9 - Tg 4.6) - conserva a alma na tranqüilidade e contentamento (Sl 69.32,33), e gera a paciência e resignação nos momentos de grandes infelicidades (Jó 1.21). Jesus nos deu o grande exemplo de humildade (Fp 2.6 a 8). As maiores promessas de felicidade são feitas aos humildes (Sl 147.6 - is 57.15 - Mt 5.5 - 1 Pe 5.5). (Bíblia net) A gloriosa Palavra de Deus, não deixa nenhuma dúvida. Deus estima o humilde. A sua graça é derramada no coração daquele que não se julga auto-suficiente, mais que coloca toda sua confiança no Deus Todo-poderoso. O humilde sabe que depende inteiramente de Deus.CONTRITO DE ESPÍRITO:Para os humildes e arrependidos, o Senhor Deus tinha uma promessa graciosa: Ele, que habita no “alto e santo lugar”, habitaria pessoalmente “com o contrito e abatido de espírito”. “Contrito” refere-se a todo aquele que se sente oprimido pelo pecado e que busca a libertação dessa escravidão. (ver Is 57.15)(Bíblia de estudo pentecostal)Quando reconhecemos a nossa miserável condição de pecador, arrependendo-nos dos nossos pecados, e deixando de lado os prazeres pecaminosos deste mundo, passamos a ser estimados por Deus.PARA REFLETIR: Você se sente estimado por Deus?
Rev. Gilson de Jesus
( MISELC ) Ministério semeando Libertação e Cura

segunda-feira, 20 de abril de 2009

ESCOLA BIBLICA DOMINICAL


A PROVIDENCIA DIVINA

“...não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque, para conservação da vida, Deus me enviou diante da vossa face.” Gn 45.5 Depois de o Senhor Deus criar os céus e a terra (Gn 1.1), Ele não deixou o mundo à sua própria sorte. Pelo contrário, Ele continua interessado na vida dos seus, cuidando da sua criação. Deus não é como um hábil relojoeiro que formou o mundo, deu-lhe corda e deixa acabar essa corda lentamente até o fim; pelo contrário, Ele é o Pai amoroso que cuida daquilo que criou. O constante cuidado de Deus por sua criação e por seu povo é chamado, na linguagem doutrinal, a providência divina.

ASPECTOS DA PROVIDÊNCIA DIVINA. Há, pelo menos, três aspectos da providência divina.

1) Preservação. Deus, pelo seu poder, preserva o mundo que Ele criou. A confissão de Davi fica clara: “A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo; SENHOR, tu conservas os homens e os animais” (Sl 36.6). O poder preservador de Deus manifesta-se através do seu filho Jesus Cristo, conforme Paulo declara em Cl 1.17: Cristo “é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele”. Pelo poder de Cristo, até mesmo as minúsculas partículas de vida mantêm-se coesas.

2) Provisão. Deus não somente preserva o mundo que Ele criou, como também provê as necessidades das suas criaturas. Quando Deus criou o mundo, criou também as estações (Gn 1.14) e proveu alimento aos seres humanos e aos animais (Gn 1.29,30). Depois de o Dilúvio destruir a terra, Deus renovou a promessa da provisão, com estas palavras: “Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite não cessarão” (Gn 8.22). Vários dos salmos dão testemunho da bondade de Deus em suprir do necessário a todas as suas criaturas (e.g., Sl 104; 145). O mesmo Deus revelou a Jó seu poder de criar e de sustentar (Jó 38—41), e Jesus asseverou em termos bem claros que Deus cuida das aves do céu e dos lírios do campo (Mt 6.26-30; 10.29). Seu cuidado abrange, não somente as necessidades físicas da humanidade, como também as espirituais (Jo 3.16,17). A Bíblia revela que Deus manifesta um amor e cuidado especiais pelo seu próprio povo, tendo cada um dos seus em alta estima (e.g., Sl 91; ver Mt 10.31). Paulo escreve de modo inequívoco aos crentes de Filipos: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus” (ver Fp 4.19 nota). De conformidade com o apóstolo João, Deus quer que seu povo tenha saúde, e que tudo lhe vá bem (ver 3Jo 2).

3) Governo. Deus, além de preservar sua criação e prover-lhe o necessário, também governa o mundo. Deus, como Soberano que é, dirige, os eventos da história, que acontecem segundo sua vontade permissiva e seu cuidado. Em certas ocasiões, Ele intervém diretamente segundo o seu propósito redentor. Mesmo assim, até Deus consumar a história, Ele tem limitado seu poder e governo supremo neste mundo. As Escrituras declaram que Satanás é “o deus deste século” [mundo] (2Co 4.4) e exerce acentuado controle sobre a presente era maligna (ver 1Jo 5.19 nota; Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Noutras palavras, o mundo, hoje, não está submisso ao poder regente de Deus, mas, em rebelião contra Ele e escravizado por Satanás. Note, porém, que essa autolimitação da parte de Deus é apenas temporária; na ocasião que Ele já determinou na sua sabedoria, Ele aniquilará Satanás e todas as hostes do mal (Ap 19—20).

A PROVIDÊNCIA DIVINA E O SOFRIMENTO HUMANO.


A revelação bíblica demonstra que a providência de Deus não é uma doutrina abstrata, mas que diz respeito à vida diária num mundo mau e decaído.

1) Toda pessoa experimenta o sofrimento em certas ocasiões da vida e daí surge a inevitável pergunta “Por quê?” (cf. Jó 7.17-21; Sl 10.1; 22.1; 74.11,12; Jr 14.8,9,19). Essas experiências alvitram o problema do mal e do seu lugar nos assuntos de Deus.

2) Deus permite que os seres humanos experimentem as conseqüências do pecado que penetrou no mundo através da queda de Adão e Eva. José, por exemplo, sofreu muito por causa da inveja e da crueldade dos seus irmãos. Foi vendido como escravo pelos seus irmãos e continuou como escravo de Potifar, no Egito (37; 39). Vivia no Egito uma vida temente a Deus, quando foi injustamente acusado de imoralidade, lançado no cárcere (39) e mantido ali por mais de dois anos (40.1—41.14). Deus pode permitir o sofrimento em decorrência das más ações do próximo, embora Ele possa soberanamente controlar tais ações, de tal maneira que seja cumprida a sua vontade. Segundo o testemunho de José, Deus estava agindo através dos delitos dos seus irmãos, para a preservação da vida (45.5; 50.20).

3) Não somente sofremos as conseqüências dos pecados dos outros, como também sofremos as conseqüências dos nossos próprios atos pecaminosos. Por exemplo: o pecado da imoralidade e do adultério, freqüentemente resulta no fracasso do casamento e da família do culpado. O pecado da ira desenfreada contra outra pessoa pode levar à agressão física, com ferimentos graves ou até mesmo o homicídio de uma das partes envolvidas, ou de ambas. O pecado da cobiça pode levar ao furto ou desfalque e daí à prisão e cumprimento de pena.

4) O sofrimento também ocorre no mundo porque Satanás, o deus deste mundo, tem permissão para executar a sua obra de cegar as mentes dos incrédulos e de controlar as suas vidas (2Co 4.4; Ef 2.1-3). O NT está repleto de exemplos de pessoas que passaram por sofrimento por causa dos demônios que as atormentavam com aflição mental (e.g., Mc 5.1-14) ou com enfermidades físicas (Mt 9.32,33; 12.22; Mc 9.14-22; Lc 13.11,16. Dizer que Deus permite o sofrimento não significa que Deus origina o mal que ocorre neste mundo, nem que Ele pessoalmente determina todos os infortúnios da vida. Deus nunca é o instigador do mal ou da impiedade (Tg 1.13). Todavia, Ele, às vezes, o permite, o dirige e impera soberanamente sobre o mal a fim de cumprir a sua vontade, levar a efeito seu propósito redentor e fazer com que todas as coisas contribuam para o bem daqueles que lhe são fiéis (ver Mt 2.13; Rm 8.28.

O RELACIONAMENTO DO CRENTE COM A PROVIDÊNCIA DIVINA.

O crente para usufruir os cuidados providenciais de Deus em sua vida, tem responsabilidades a cumprir, conforme a Bíblia revela.

1) Ele deve obedecer a Deus e à sua vontade revelada. No caso de José, por exemplo, fica claro que por ele honrar a Deus, mediante sua vida de obediência, Deus o honrou ao estar com ele (39.2, 3, 21, 23). Semelhantemente, para o próprio Jesus desfrutar do cuidado divino protetor ante as intenções assassinas do rei Herodes, seus pais terrenos tiveram de obedecer a Deus e fugir para o Egito (ver Mt 2.13). Aqueles que temem a Deus e o reconhecem em todos os seus caminhos têm a promessa de que Deus endireitará as suas veredas (Pv 3.5-7).

2) Na sua providência, Deus dirige os assuntos da igreja e de cada um de nós como seus servos. O crente deve estar em constante harmonia com a vontade de Deus para a sua vida, servindo-o e ajudando outras pessoas em nome dEle (At 18.9,10; 23.11; 26.15-18; 27.22-24).

3) Devemos amar a Deus e submeter-nos a Ele pela fé em Cristo, se quisermos que Ele opere para o nosso bem em todas as coisas (ver Rm 8.28). Para termos sobre nós o cuidado de Deus quando em aflição, devemos clamar a Ele em oração e fé perseverante. Pela oração e confiança em Deus, experimentamos a sua paz (Fp 4.6,7), recebemos a sua força (Ef 3.16; Fp 4.13), a misericórdia, a graça e ajuda em tempos de necessidade (Hb 4.16; ver Fp 4.6). Tal oração de fé, pode ser em nosso próprio favor ou em favor do próximo (Rm 15.30-32; ver Cl 4.3.)





BIBLIOGRAFIA:
(BEP) Biblia de Estudos Pentecostal


Rev. Gilson de Jesus
Assembléia de Deus Austin - PB